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Mostrando postagens de junho, 2018

SOU TDAH! E DAÍ?

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Ser diagnosticado portador de TDAH pode ser um divisor de águas na vida; ou nada. O que fazer com este diagnóstico? Pode ser uma belíssima justificativa para erros passados e futuros. Pode ser a chave para uma mudança de vida. Mas na maioria dos casos, não serve para absolutamente nada. Esperar por milagres ou contos de fadas é característica típica do portador de TDAH. Ao ser diagnosticado e tomar meia dúzia de comprimidos de Ritalina, e não acontecer o milagre, o remédio é abandonado e o diagnóstico esquecido. E a vida se arrasta como sempre. Quase nunca volta à mente a existência do transtorno; a não ser para justificar atitudes injustificáveis. Mas, afinal, o que fazer com um diagnóstico de TDAH? TDAH não tem cura; não se iluda com o tratamento. Mas tem controle; e isso é muito bom. A Ritalina e o Venvanse ajudam, mas não resolvem. Você precisa querer se ajudar; sem você não há tratamento que resista. Pode parecer simplista, mas conheça-se. Comece a observar suas...

SOU TDAH! E DAÍ?

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Ser diagnosticado portador de TDAH pode ser um divisor de águas na vida; ou nada. O que fazer com este diagnóstico? Pode ser uma belíssima justificativa para erros passados e futuros. Pode ser a chave para uma mudança de vida. Mas na maioria dos casos, não serve para absolutamente nada. Esperar por milagres ou contos de fadas é característica típica do portador de TDAH. Ao ser diagnosticado e tomar meia dúzia de comprimidos de Ritalina, e não acontecer o milagre, o remédio é abandonado e o diagnóstico esquecido. E a vida se arrasta como sempre. Quase nunca volta à mente a existência do transtorno; a não ser para justificar atitudes injustificáveis. Mas, afinal, o que fazer com um diagnóstico de TDAH? TDAH não tem cura; não se iluda com o tratamento. Mas tem controle; e isso é muito bom. A Ritalina e o Venvanse ajudam, mas não resolvem. Você precisa querer se ajudar; sem você não há tratamento que resista. Pode parecer simplista, mas conheça-se. Comece a observar suas...

TDAH PARALISANTE

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Existem momentos em que o TDAH  deseja  ficar quieto, absolutamente quieto. O mundo é uma ameaça. Corre-se o risco de sair à rua e dar de cara com alguém conhecido. E numa daquelas situações em que não há como fingir que não viu; coisa tão comum para um TDAH. O único movimento perceptível é o polegar no controle remoto da TV. Até a respiração é controlada para não quebrar a letargia... Nem mesmo a lembrança da data limite para quitar um boleto sem multa, rompe a inércia. O TDAH nutre a inércia. Submergir... Submergir... Os compromissos assumidos para aquele dia passam como flashes na mente entorpecida. É preciso sair... O corpo está pesado... Um enorme cansaço mental domina a vontade... Desculpas esfarrapadas a serem dadas àqueles deixados de lado povoam a mente.  Histórias intrincadas e complexas, elaboradas com riquezas de detalhes se misturam aos borrões coloridos da tela da TV. O ruído da TV é incômodo, mas é menos pior que o estrondo dos pensamentos d...

TDAH PARALISANTE

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Existem momentos em que o TDAH  deseja  ficar quieto, absolutamente quieto. O mundo é uma ameaça. Corre-se o risco de sair à rua e dar de cara com alguém conhecido. E numa daquelas situações em que não há como fingir que não viu; coisa tão comum para um TDAH. O único movimento perceptível é o polegar no controle remoto da TV. Até a respiração é controlada para não quebrar a letargia... Nem mesmo a lembrança da data limite para quitar um boleto sem multa, rompe a inércia. O TDAH nutre a inércia. Submergir... Submergir... Os compromissos assumidos para aquele dia passam como flashes na mente entorpecida. É preciso sair... O corpo está pesado... Um enorme cansaço mental domina a vontade... Desculpas esfarrapadas a serem dadas àqueles deixados de lado povoam a mente.  Histórias intrincadas e complexas, elaboradas com riquezas de detalhes se misturam aos borrões coloridos da tela da TV. O ruído da TV é incômodo, mas é menos pior que o estrondo dos pensamentos d...